Atendidas algumas festividades matrimoniais, constata-se o festival da banalidade.
Do lugar-comum.
Da «verdade nova», inventada*.
Da submissão do belo ao socialmente correcto.
Aquele mito do moinho** não é para todos. Bem sei. Mas leve-se o moinho para o espaço dessa carneirada mentalmente míope.
Viva os noivos!
* Será melhor «parida» por «inventada».
** O da publicidade.
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